"Monstros são reais, e fantasmas também. Eles vivem dentro de nós, e às vezes, eles vencem." - Stephen King."Confio em todo mundo, só não confio no demônio dentro deles." (John Bridger - personagem de Donald Sutherland em "Saída de Mestre")
Money, it's a crime • Share it fairly • But don't take a slice of my pie • Money, so they say • Is the root of all evil today But if you ask for a rise • It's no surprise that they're • Giving none away
(trecho da música "Money" de Pink Floyd)
Você pode estar se perguntando o que essas três citações têm a ver umas com as outras. Bem, as duas primeiras têm um elo mais visível, mas... E quanto à letra da música?
Estava pensando há um tempo atrás nessa relação e me peguei pensando no mesmo esses dias...
O fato é que tenho a impressão de que quanto mais a gente se conhece, mais esqueletos vai encontrando dentro do armário do próprio ser...
É verdade que as pessoas muitas vezes nos surpreendem, de forma positiva e negativa (verdade seja dita, muito mais negativamente que positivamente), e temos uma tendência natural como seres humanos a julgar os demais ou tentar adivinhar que reação terão.
Porém quando se toma um tempo para pensar vemos que até mesmo nós nos surpreendemos com as reações que temos em situações bem diferentes, e não só em períodos de crise, necessidade ou onde temos que reagir quase instantaneamente.
Por exemplo, às vezes me pego pensando e dizendo: "não dou esmola, não compro coisas de criança na rua". Até cumpro o que disse, mas, num belo dia de sol, lá estou eu comprando um pacotinho de bala dum menino educadinho que as oferece. É mais ou menos o que diz a letra da música Money. As pessoas "de bem" sempre dizem que as coisas materiais devem ser repartidas, mas isso dura até o momento em que elas devem mexer no próprio bolso. O altruísmo 100% puro é muito raro de encontrar, praticamente impossível (e digo isso por mim mesma!).
Ou então, quando começo a me questionar a respeito de Deus ou das coisas dEle, não demora muito acabo falando para quem precisa uma palavra especial sobre o Pai Celestial sem nem fazer esforço (tudo bem que essa parte quem acaba fazendo é Ele mesmo, já que as palavras acabam saindo sem eu nem pensar muito).
Para certas situações, sempre me pego imaginando como eu reagiria, como responderia à(s) pessoa(s) envolvida(s), e quando a ocasião chega me surpreendo fazendo ou dizendo coisas que nem tinha pensado a respeito.
Outra faceta que posso citar é que, na adolescência eu era muito fechada. Meus amigos, geralmente, eram aqueles que tinham feito amizade com minha irmã primeiro (ela sempre foi a extrovertida). Comecei a mudar quanto entrei na faculdade e tive que me virar arrumando minhas próprias amizades. Hoje sou uma tagarela compulsiva e adoro me relacionar com as pessoas (embora isso cause a maior parte das dores de cabeça que tenho), e faço isso sem esforço nem sacrifício.
É assustador por vezes! A gente se preocupa tanto com o que os outros podem fazer ou dizer, mas nem se dá conta do monstro que criamos por dentro de nós mesmos... É um potencial tanto heróico quanto destrutivo.
Peço muito a Deus que me ilumine em certas situações porque fico, de verdade, de queixo caído com o jeito que as coisas têm progredido ultimamente e como tenho reagido a elas. É quase como abrir um presente surpresa umas três vezes por dia. Depois de um tempo você não sabe se tem medo ou ansiedade de abrir mais um...
É isso... ^_^
Você pode estar se perguntando o que essas três citações têm a ver umas com as outras. Bem, as duas primeiras têm um elo mais visível, mas... E quanto à letra da música?
Estava pensando há um tempo atrás nessa relação e me peguei pensando no mesmo esses dias...
O fato é que tenho a impressão de que quanto mais a gente se conhece, mais esqueletos vai encontrando dentro do armário do próprio ser...
É verdade que as pessoas muitas vezes nos surpreendem, de forma positiva e negativa (verdade seja dita, muito mais negativamente que positivamente), e temos uma tendência natural como seres humanos a julgar os demais ou tentar adivinhar que reação terão.
Porém quando se toma um tempo para pensar vemos que até mesmo nós nos surpreendemos com as reações que temos em situações bem diferentes, e não só em períodos de crise, necessidade ou onde temos que reagir quase instantaneamente.
Por exemplo, às vezes me pego pensando e dizendo: "não dou esmola, não compro coisas de criança na rua". Até cumpro o que disse, mas, num belo dia de sol, lá estou eu comprando um pacotinho de bala dum menino educadinho que as oferece. É mais ou menos o que diz a letra da música Money. As pessoas "de bem" sempre dizem que as coisas materiais devem ser repartidas, mas isso dura até o momento em que elas devem mexer no próprio bolso. O altruísmo 100% puro é muito raro de encontrar, praticamente impossível (e digo isso por mim mesma!).
Ou então, quando começo a me questionar a respeito de Deus ou das coisas dEle, não demora muito acabo falando para quem precisa uma palavra especial sobre o Pai Celestial sem nem fazer esforço (tudo bem que essa parte quem acaba fazendo é Ele mesmo, já que as palavras acabam saindo sem eu nem pensar muito).
Para certas situações, sempre me pego imaginando como eu reagiria, como responderia à(s) pessoa(s) envolvida(s), e quando a ocasião chega me surpreendo fazendo ou dizendo coisas que nem tinha pensado a respeito.
Outra faceta que posso citar é que, na adolescência eu era muito fechada. Meus amigos, geralmente, eram aqueles que tinham feito amizade com minha irmã primeiro (ela sempre foi a extrovertida). Comecei a mudar quanto entrei na faculdade e tive que me virar arrumando minhas próprias amizades. Hoje sou uma tagarela compulsiva e adoro me relacionar com as pessoas (embora isso cause a maior parte das dores de cabeça que tenho), e faço isso sem esforço nem sacrifício.
É assustador por vezes! A gente se preocupa tanto com o que os outros podem fazer ou dizer, mas nem se dá conta do monstro que criamos por dentro de nós mesmos... É um potencial tanto heróico quanto destrutivo.
Peço muito a Deus que me ilumine em certas situações porque fico, de verdade, de queixo caído com o jeito que as coisas têm progredido ultimamente e como tenho reagido a elas. É quase como abrir um presente surpresa umas três vezes por dia. Depois de um tempo você não sabe se tem medo ou ansiedade de abrir mais um...
É isso... ^_^
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