domingo, 20 de dezembro de 2015

Incógnita

Não estava pedindo
Mais uma vez, não estava querendo
Mas embora minha mente pense que está no controle
Quem manda é a entidade pulsante
Minha alma errante
Meu coração insistente

E a dúvida me assalta,
Meus temores me assombram
E não quero acreditar mais do que é prudente
E a ansiedade se manifesta
A imaginação faz festa
Sanidade ou loucura, meu ser se contesta

Você é meu? Sou sua?
Devo, não devo
Pensar, não pensar
Amar, não amar
Desejar, não desejar
Contradições em ebulição
Irracionalidade em ação

A incógnita é a peça mais cruel que me prega
Esse meu incontrolável coração


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dúvidas (momento de devaneios)

Ok, este poema não é meu, mas me foi presenteado e não podia deixar de guardá-lo aqui, em meu "museu da alma". Mesmo que seja algo fugaz, uma ilusão, não deixa de ser lindo e especial que ele tenha sido entregue a mim...


Será que tudo será sempre tão intenso assim??? 
Será que um dia vai ser ruim??? 

Será que meu desejo de te querer
Também será seu desejo de ter a mim??  

Os dias passam, a noite chega...
E no silêncio da noite meu desejo me tormenta! 

O pior não é saber onde está!
E sim, a dúvida de quando meu desejo vai saciar!

E passo os dias assim, na incógnita de um dia te ter pra mim!